quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Castas Portuguesas


Casta de produtividade média, sensível ao míldio e pouco sensível ao oídio. Os cachos são grandes e compactos, com bago de tamanho médio, arredondado, de cor amarelada, com película medianamente espessa, polpa suculenta e de sabor particular. É uma casta de maturação média, os mostos possuem um potencial alcoólico médio e uma acidez baixa.
Produz vinhos de cor citrina com aromas bastante complexos, frutado intenso (frutos tropicais) e floral. Na boca mostra algum défice em frescura (pouco ácido), compensado com um excelente perfil aromático e grande persistência.

Patrícia GPC3º

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ABC de Vinho



LÁGRIMAS (ou pernas)
O líquido que escorre na parede dos copos depois de beber resulta da diferença da velocidade de evaporação entre a água e o álcool. Elas lembram lágrimas e indicam teor alcoólico do vinho. Quanto mais numerosas e finas forem, indicam um vinho com teor alcoólico mais elevado.

LATE HARVEST (colheita tardia)
Essa expressão no rótulo indica um vinho feito com uvas colhidas tardiamente, com alto teor de açúcar. Normalmente um vinho de sobremesa.


LEVEDURAS
Microorganismos que existem naturalmente no solo dos vinhedos, agarram-se às uvas quando estas crescem e estão presentes no ar das adegas e produzem enzimas responsáveis pela fermentação, convertendo o açúcar em álcool
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Patrícia GPC 3º

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Vinho em Números

Vinho mais caro de sempre

A garrafa de vinho mais cara vendido em leilão custou 192.000 £, cerca de 304.375 dólares. 

Era uma garrafa de Cheval-Blanc, de 1947, vendida na Christie's, Genebra, Suíça, a 16 de novembro de 2010. 

Não sabemos quem o arrematou no leilão mas esperemos que não espere muitos anos para o abrir, para não ter surpresas azedas

Xana GPC3º

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Alentejo...



A CVR DO ALENTEJO

Embora o Alentejo seja zona tradicional de produção de vinho desde o tempo das presenças romana e fenícia, foi apenas em 1989 que a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) foi estabelecida, com as primeiras regulamentações das primeiras denominações de origem alentejana. O espírito empreendedor rapidamente se disseminou para apresentação de vinhos modernos e atraentes que conquistaram adeptos em todo o país e também no estrangeiro.

A CVRA compreende o território de três distritos – Évora, Beja e Portalegre e em todos se encontra fruta farta e cepa consistente, mesmo que os solos sejam bastante heterogéneos, variando da grande planície alentejana aos afloramentos de barro, xisto ou granito.

A introdução de novas castas (Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah), juntando às mais tradicionais utilizadas há gerações (Aragonez, Trincadeira, Rabo-de-Ovelha), deu novos aromas e consistências a uma enologia moderna e inovadora. Todavia, para ser um vinho DOC Alentejo há preceitos a cumprir – além de um limite de produção por hectare, há castas obrigatórias na elaboração de produtos vitivinícolas, que devem representar, isoladamente ou em conjunto, um mínimo de 75% do lote final.

Todos estes factores contribuem para vinhos de excelência, equilibrados, onde o sol, por vezes inclemente com as gentes, beneficiam a doçura da fruta.

A CVRA conta com cerca de 263 produtores que fazem alquimia de cepas em cerca de 20,800 hectares, e cada um desses hectares consegue produzir 7,625 quilos de uvas de diferentes castas. Estes números representam cerca de 23,5% do total da produção nacional.

Em valor, a CVRA detêm cerca de 45% de quota de mercado, fazendo do Alentejo a região líder no mercado nacional na categoria de vinhos engarrafados de qualidade com classificação DOC. A excelente relação qualidade-preço também talvez não seja alheia a esta realidade, já que uma garrafa de Vinho DOC Alentejano custa, a retalho, uma média de 2,77€,

A exportação é uma nova conquista – tanto para dentro da União Europeia (30%), como para o resto do mundo (70%), sendo que os principais mercados de exportação são Angola, Brasil, China, Canadá e Suíça.

O Alentejo povoa-nos o imaginário – sejam as planícies a perder de vista, o silêncio apaziguador, o calor das gentes ou a mesa farta. O vinho alentejano faz parte desse imaginário. Plantas tratadas pelas mãos de quem sabe, fruta adocicada pelo sol e um empreendedorismo que vai além-fronteiras são garante mais que suficiente para vinhos de qualidade excecional.
Xana GPC3º

domingo, 20 de dezembro de 2015

O Lado Verde do Vinho

As Garrafas do Natal

Para acompanhar o bacalhau, o perú, o polvo ou o Bolo-Rei (aconselhamos o do Chef Inácio da EHTL) nada melhor que uma garrafa de vinho. Depois de bebida e degustada, não precisa ir para o vidrão – vamos reutilizar!


Xana GPC3º

Sabia que o Alentejo...

Se pudéssemos dar prémios de montras mais originais o Restaurante Maria Azeitona decerto o ganharia – dando especial enfoque ao vinho Caiado Tinto, caiou literalmente os grandes destaques da gastronomia portuguesa. Uma ideia fantástica que não quisemos deixar de partilhar.

Xana GPC3º

sábado, 19 de dezembro de 2015

Filmes - Bottle Shock

Bottle Shock (Duelo de Castas) é um filme de 2008, do género drama, dirigido por Randall Miller.

As locações aconteceram na Califórnia, na região das principais vinícolas dos Estados Unidos da América, como Sonoma e Napa. A estreia aconteceu no Festival de Sundance, em 2008.

Baseado em fatos reais, o filme retrata os primeiros tempos da indústria do vinho em Napa Valley nos anos 70, e que culminou com a vitória da vinícola californiana Chateau Montelena na competição internacional de melhor vinho em 1976, em Paris, o que acabou colocando a região no mapa dos melhores produtores da bebida.


Patrícia GPC3º
Fonte:Wikipédia